Três conselhos para tornar sua empresa bem-sucedida e conectada

Calma. Se a organização a qual você pertence ainda não conseguiu fazer a travessia digital com sucesso, ainda há esperança: atualmente, 95% as empresas de todo o mundo falham nessa tarefa. A maioria enfrenta dificuldades severas para mudar processos e, sobretudo, a cultura corporativa, segundo dados colhidos por pesquisadores da Escola de Negócios IMD, em Lausanne, Suíça.

Para Michael Wade, Professor de Inovação e estratégia, e diretor do Global Center for Digital Business Transformation, o alto índice de insucessos se dá pela falta de compreensão clara de novos modelos de negócio, além da falsa percepção de que altos investimentos são capazes de gerar a mudança.

“Existe uma grande diferença entre a disrupção e o disruptor. O foco nunca deve estar neste último e, se estiver, está errado”, explica Wade, autor do livro Orquestrating Transformation — How to Deliver Winning Performance with a Connected Approach to Change, ainda sem tradução para o português. Para aqueles que desejam ser bem-sucedidos, Wade tem três conselhos:

1. Ter uma estratégia defensiva só serve para deixá-lo para trás
Na era da economia compartilhada, é preciso estar na ofensiva. Tentativas incrementais em relação ao seu core business podem ser pura perda de tempo; lembre-se de que o Uber só se tornou um negócio viável porque havia motoristas de táxi rudes e preços altos.

2. Pergunte a si mesmo: quão importante é o digital para sua empresa?
Transformação digital tem a ver com a possibilidade de usar instrumentos tecnológicos e novos modelos de negócio para aumentar performance. Simples assim. Usar métodos como o design thinking ou investir milhões em laboratórios e novos espaços colaborativos não são sinônimos de revolucionar os negócios.

3. Entenda como você cria valor
Preço? Experiência? Conectividade via plataforma? É preciso mapear as formas de geração de valor que a sua empresa proporciona para ter clareza dos seus objetivos, antes de colocar um plano em ação. E não esqueça: a transformação é um processo, e não um episódio. Por isso, deve partir da liderança e ser cultivada permanentemente.

Fonte: Época Negócios

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